O (não) lugar da educação dos jovens trabalhadores

José Carlos Moreira de Souza, Maria Margarida Machado

Resumo


Resumo: O presente artigo objetiva apresentar e debater uma concepção de educação dos trabalhadores expressa na rede federal de educação profissional, numa análise histórica da constituição desta rede, desde sua origem a partir de 1909, até sua (re)configuração, em curso desde 2008, com a criação dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. O
estudo parte do discurso oficial dos fins e princípios de uma educação para os trabalhadores e tenciona a indicação da atual configuração desta rede como um possível instrumento orgânico que oportuniza à sociedade uma formação tecnológica para além das bases mercadológicas. As evidências indicam que esta intencionalidade de formação não se concretiza e que os trabalhadores pobres e sem escolarização básica ainda permanecem fora das ações efetivas da rede pública de educação profissional e tecnológica.

Palavras-chave: educação profissional, formação dos trabalhadores, institutos federais.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/educ.v17i1.3598

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EDUCATIVA | Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação - PPGE | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 1983-7771 | Qualis B1

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