EDUCAÇÃO, “SER, OU NÃO SER: EIS A QUESTÃO”: O CALEIDOSCÓPIO NA/DA VIDA DE ARENDT

Emmanuel Maria Carlos Borrego Sabino

Resumo


Neste artigo trataremos de Hannah Arendt, seus ideais de vida e vivências, fazendo uma breve incursão na sua biografia. Buscaremos apresentar alguns de seus pontos de vista sobre a necessidade de que o sujeito se entenda e pense enquanto entidade parte de um todo, essencialmente que saiba fazer valer seu pensamento, que esse seja um guia constante na e para a vida das pessoas, para que, cada um buscando se informar o mais possível sobre seu entorno e cotidiano, não apenas se entenda como Ser, mas procure nesse entendimento uma aceitação crítica e consciente de suas vidas, preferencialmente aceitando-se entre os demais, sem que se anule. Ao olharmos a vida desta Pensadora e seus pontos de vista, focando na educação, tentaremos trazer à consideração dos leitores como hoje é possível tirar ensinamentos e, possivelmente também, colocar em prática, nas nossas escolas, o que Arendt entende a escola possa e deva ser. Para tal, não olvidaremos alguns nomes importantes para a educação e como os diálogos se processam entre ela, eles e nós, fundamentalmente para que tenhamos atitude, ação, produção, voz, ou, como defende Arendt, que através da palavra, nos insiramos no mundo.

Palavras-chave


Pensamento crítico; Educação; Atitude; Autoconsciência; Critical thinking; Education. Attitude; Self-awareness.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18224/educ.v21i1.7183

Direitos autorais 2019 Emmanuel Maria Carlos Borrego Sabino

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EDUCATIVA | Revista do Programa de Pós-Graduação em Educação - PPGE | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | e-ISSN 1983-7771 | Qualis B1

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