Revista Mosaico - Revista de História

Conteudo da Capa - Caminhos
A revista Mosaico é um periódico do Programa de Pós-Graduação em História da PUC Goiás que enfatiza, na grande área das ciências humanas, os estudos históricos e culturais, de forma interdisciplinar, para divulgação da produção científica e para o estabelecimento de intercâmbio com outras instituições locais, nacionais e internacionais. Publica em Fluxo Contínuo, em português, inglês e espanhol.

Mosaico magazine is a journal of the Postgraduate Program in History of PUC Goiás, which emphasizes, in the large area of human sciences, historical and cultural studies, in an interdisciplinary way, to disseminate scientific production and to establish exchange with other Local, national and international institutions. Publishes to Continuous Flow, in english, portuguese and spanish.

La Revista Mosaico es un periódico del Programa de Pos-Graduación en Historia da Pontificia Universidad Católica de Goiás, enfatiza en la gran área de las ciencias humanas, los estudios históricos y culturales, de forma interdisciplinar, para divulgación de la producción científica y para el intercambio con otras instituciones locales, nacionales e internacionales. Publica en flujo continuo en ingles, español y portugues.

  e-ISSN 1983-7801. Qualis CAPES Preliminar 2019 = A3.


PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DA PUC GOIÁS LANÇA CANAL DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA

O Programa de Pós-Graduação em História da PUC Goiás criou uma ferramenta para ampliar a divulgação científica a partir das produções docentes e discentes: no dia 21 de setembro, às 19 horas, estreia o primeiro programa do canal Histórias em Mosaico, disponibilizado na plataforma de vídeos YouTube.

Vejam na íntegra a reportagem nos links abaixo:



Canal de Divulgação Científica

Conheçam nosso canal "HISTÓRIAS EM MOSAICO" no Youtube

Próximas Edições:

Resumen: La guerra fría marcó una etapa de muchas definiciones en las relaciones del mundo entre los años de la posguerra hasta 1989. El mundo bipolar estuvo atravesado por las opiniones del Vaticano, así como por la interpretación de ellas por parte de los laicos católicos. El Vaticano II significó un parte aguas en la doctrina de la Iglesia que influyó en el mundo bipolar. Por un lado, el Vaticano apoyaba a gobiernos autoritarios que beneficiaban a la Iglesia católica, pero a la vez, su propuesta doctrinal iba encaminada a la crítica al mundo tan desigual entre naciones pobres y naciones ricas. A pesar de las fuertes críticas a los países comunistas, el Vaticano se resistió a convertirse en un franco aliado de lo que le llamaban el “mundo libre”. Esto demostró las divergencias entre los miembros de la Iglesia católica: por un lado, una Iglesia que quería mantener el status quo y por otro lado una Iglesia crítica y da apoyo a los pobres. Este número de la Revista Mosaico pretende reunir un conjunto de investigadores y estudiosos sobre la tematica, que abordan las diferentes iniciativas de derecha o izquierda que han marcado, en el ámbito latino-americano.

Envío hasta el 30 de junio de 2022.

Los textos deben observar todas las Directrices para Autores/as.

Coordinadores:
Dr. Eduardo Gusmao de Quadros - PUC Goias
Dr. Yves Bernardo Roger Solis Nicot - Prepa Ibero Ciudad de México

Resumo: A Guerra Fria marcou uma etapa de muitas definições no mundo no período do pós-guerra até 1989. O mundo bipolarizado foi atravessado por opiniões emanadas do Vaticano, assim como por interpretações feitas pelos leigos católicos. O Concílio Vaticano II foi um divisor de águas na doutrina da Igreja que acabou influenciando os conflitos do mundo bipolar. Por um lado, o Vaticano apoiou governos autoritários que beneficiavam o catolicismo e, por outro lado, sua visão doutrinal levava a críticas ao mundo desigual dividido entre nações pobres e ricas. Apesar das fortes críticas aos países comunistas, o Vaticano resistiu a converter-se em um franco aliado do chamado “mundo livre”. Isso demonstra as divergências entre os membros da igreja católica entre os que queriam manter o status quo e aqueles que defendiam uma igreja crítica, com apoio aos pobres. Este número da Revista Mosaico quer reunir um conjunto de pesquisadores/as e estudiosos/as sobre a temática, que abordem as diferentes inciativas, de direita ou de esquerda, que marcaram o âmbito latino-americano.

Envio até 30 de junho de 2022.

Os textos devem observar todas as Diretrizes para Autores/as.

Coordenadores:
Dr. Eduardo Gusmao de Quadros - PUC Goias
Dr. Yves Bernardo Roger Solis Nicot - Prepa Ibero Ciudad de México

A partir do conceito de “colonialidade do poder e de gênero”, buscamos refletir nesse dossiê sobre a relação entre o feminismo na cosmovisão Iorubá e as religiosidades nascidas no Brasil. Acolhe pesquisas sobre o lugar das mulheres negras nos espaços religiosos, refletindo sobre o “matriarcado”, nesse contexto, bem como a presença da religião no cotidiano dessas mulheres. Diferentemente das religiões de base cristã, as religiosidades de matrizes africanas estão diretamente relacionadas às raízes da população negra e às fronteiras impostas a partir desse lugar. Ademais, cabe analisar quanto destas manifestações religiosas encontram-se inseridas no que se denominou catolicismo popular. E, tratando-se de uma população subalternizada historicamente, o debate sobre esta temática é necessariamente um ato político, considerando a resistência das comunidades negras aos “regimes de verdades” e aos “regimes de representação” impostos. Ressalta-se que o universo estritamente ritualístico destas religiosidades não é priorizado neste dossiê. O mesmo apoia-se nos debates que adentram os terreiros de Candomblé, os afrocatolicismos, bem como a Umbanda, para reforçar a necessidade de promover uma reflexão epistemológica, em prol de um feminismo negro situado, localizado e enunciado filosofica e culturalmente nos espaços religiosos, desde que a religião seja compreendida como elemento fundante de identidades sociais existentes. Além disto, acolhe pesquisas sobre fragmentos da história dos terreiros, no Brasil e na América Latina, o afrocatolicismo, as manifestações culturais negro-mestiças, irmandades católicas e movimentos políticos em busca de justiça. Pretendemos aproximações cosmológicas entre estas distintas manifestações, vislumbrando a consolidação do conceito feminismos de terreiros.

Envio até 30 de junho de 2022.

Os textos devem observar todas as Diretrizes para Autores/as.

Organizadoras:
Dra. Thais Marinho - PUC Goias
Dra. Heridan Pavão - UFMA

Notícias

 

Próximas Edições: Maternidades, Feminismos e Relações de Gênero: construções do passado; questões do presente

 
Chamada para envio de artigos para próximo dossiê!
V. 16, 2023

Orgs. Prof.ª Dr.ª Ana Carolina Eiras Coelho Soares
Prof.ª Dr.ª Vanessa Clemente Cardoso

Submissões até 30 de março de 2023
 
Publicado: 2022-08-01 Mais...
 

Próximas Edições: Políticas Públicas e governabilidade da vida

 
Chamada para envio de artigos para próximo dossiê!
V. 16, 2023

Orgs.Lilian Rodrigues da Cruz, Eduardo Sugizaki e Letícia Maísa Eichherr

Submissões até 30 de setembro de 2022
 
Publicado: 2022-02-03 Mais...
 

Próximas Edições: Políticas Públicas e governabilidade da vida

 
Chamada para envio de artigos para próximo dossiê!
V. 16, 2023

Orgs.Lilian Rodrigues da Cruz, Eduardo Sugizaki e Letícia Maísa Eichherr

Submissões até 30 de setembro de 2022
 
Publicado: 2022-02-03 Mais...
 
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v. 15, n. 1 (2022): HISTÓRIA E MEMÓRIA DO HOLOCUASTO: abordagens necessárias e urgentes

O Holocausto ou Shoah foi um processo de perseguição, exclusão social e econômica, expropriação, guetização, extermínio por meio da fome, doenças, esgotamento físico por conta do trabalho e, por fim, o assassinato por meio de fuzilamentos e gaseamento. Em suma, um plano de extermínio total, que levou ao assassinato de aproximadamente 2/3 dos judeus europeus durante a Europa ocupada, além de milhares de mortes de outros grupos é um evento marcante no século XX, dadas as proporções da catástrofe.
O Holocausto produziu a mais violenta ruptura para o ideal moderno, racional e civilizado, desestabilizando seu projeto de humanidade. Na medida em que no coração da Europa a barbárie levou, por meio de uma indústria burocratizada, racionalizada e tecnicamente organizada para o extermínio de milhares de pessoas.
Por conta disso, a historiografia do Holocausto é vasta – quase tão antiga quanto o próprio evento – na medida que logo após o choque da descoberta dos campos, em especial de extermínio, era pungente a necessidade de reflexões que buscassem interpretar o fenômeno que altera definitivamente a ordem europeia. Desde então, as reflexões historiográficas com relação a Shoah passaram por desdobramentos distintos e mudanças na medida que novas fontes e novos testemunhos foram descobertos e revelados, ao mesmo tempo que possibilidades de abordagens foram sendo criadas e o próprio distanciamento temporal possibilitava novas abordagens e o trato da memória, na medida que se trata de um evento traumático para o Ocidente.
Nos últimos anos podemos observar fenômenos preocupantes. Um deles, podemos caracterizar como sendo uma certa “apropriação do Holocausto”, que com supostos argumentos historiográficos buscam relativizar o evento. Em outros casos tentam particularizar o fenômeno, tratando-o como relacionado exclusivamente aos judeus, por fim, ainda há incidência do negacionismo histórico que pretende, a partir de grupos específicos, simplesmente negar a existência da Shoah. Fenômeno importante é que quanto mais nos distanciamos temporalmente da libertação dos campos, o número de testemunhas diminui, logo, possuímos hoje a última geração com contato direto com sobreviventes.
Tratar o Holocausto era urgente logo após a revelação dos campos, continuou urgente a cada descoberta, a cada reinterpretação, hoje, com os avanços dos negacionistas e de políticas que remetem aos tempos mais sombrios do século XX, se faz ainda necessário discutir e estudar a Shoah.
Por tudo isso, o presente dossiê busca reunir artigos que tratem o Holocausto nas mais variadas possibilidades de abordagens, anterior à sua ocorrência, durante e depois, ou seja, o que o permitira, seu desenrolar e como fora e é feita a sua gestão de memória, tal como questões teóricas que o envolvem, por se tratar de um evento traumático que desestabilizou as bases de orientação da modernidade trazendo problemas epistemológicos também para a História. Contribuições relativas ao papel do Brasil e da sociedade brasileira nesse período, seja através da relação de refugiados e sobreviventes do Holocausto com o Brasil, ou de grupos políticos – estatais ou não – também são bem-vindas.

Sumário

Editorial

EDITORIAL
Thais Alves Marinho
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1-2

Apresentação / Presentation

Makchwell Coimbra Narcizo, Michel Ehrlich, Michel Gherman
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3-6

Artigos de Dossiê / Dossier

Alana de Moraes Leite, Karl Schurster
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7-25
Carlos André Silva de Moura, Jairo Fernandes da Silva Júnior, Júlia Rany Campos Uzun
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26-40
Gabriela Faermann Korman
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41-59
Elbio Roberto Quinta Junior
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60-81
Gustavo Feital Monteiro
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82-99
Carla Montuori Fernandes, Luiz Ademir de Oliveira, Fernando Resende Chaves
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100-112
Makchwell Coimbra Narcizo
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113-125
Ewerton Samir Cavalcante Calaça e Silva, Renan da Cruz Padilha Soares
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126-138
Elcio Loureiro Cornelsen
PDF
139-150
Rafael Haddad Cury Pinto
PDF
151-167
Stéfani Oliveira Verona
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168-182

Artigos Livres / Articles

Adriana Konrad, Luiz Antônio Gloger Maroneze, Suzana Vielitz de Oliveira
PDF
183-203
Daiane Frigo, Mirian Carbonera, Samira Peruchi Moretto
PDF
204-220
Cintia Régia Rodrigues
PDF
221-234
Marcos Delson da Silveira
PDF
235-246
Raylinn Barros da Silva
PDF
247-260
Renato Paes Rodrigues, Igor Giacomassi
PDF
261-279

Resenhas / Reviews

Eduardo Gusmão de Quadros
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280-282
Lemissuir Gomes Pereira
PDF
283-285